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Imagem: reprodução

 

Já pode ter acontecido com você de o antivírus informar que um “não-vírus” ou “arquivo duvidoso” foi detectado. Qualquer usuário curioso se perguntaria sobre o porquê de algo, que não é um vírus, gerar alarde.

Talvez seu antivírus não tenha motivo para se preocupar. Embora o objeto em questão não seja de fato um programa malicioso, é algo que você deve estar informado. Vamos nos aprofundar na definição de “não-vírus”, que tipo de aplicação desencadeia esse aviso e o que você deve fazer sobre eles.

Geralmente o antivírus associa “não-vírus” a dois tipos de aplicativos: adware e riskware. Ambos não possuem natureza maliciosa, de modo que não se encaixam à ideia de vírus. Mesmo assim, usuários devem saber o que estão instalando, afinal esses programas podem fazer algo indesejado.

O que é adware?

Adware é um software com material publicitário. Pode exibir propagandas, alterar resultados de pesquisa, coletar dados para exibir anúncios contextuais, ou todas as alternativas anteriores.

Tecnicamente não são maliciosos, mas não há nada de bom neles. As coisas podem dar muito errado quando dezenas entram em seu computador e começam a competir por recursos.

Dito isso, é um software legítimo instalado em computadores com o consentimento formal do usuário – o truque está na possibilidade do usuário não notar uma opção pré-selecionada durante o processo de download de um programa. Existem outros subterfúgios que geram o mesmo resultado, mas todas possuem algo em comum: se o usuário ler com cuidado, pode evitar esse tipo de artimanha.

O que é riskware?

Riskware é um pouquinho diferente. Programas desse tipo foram criados inicialmente como ferramentas úteis, e podem ser usados em um computador por seu propósito inicial. Mas, com bastante frequência, malfeitores os instalam, sem consentimento do usuário, para contemplar seus próprios objetivos.

Por exemplo, softwares de gerenciamento remoto de computadores são considerados riskware. Se você instalou um conscientemente, sem problema. Contudo, esse tipo de programa é frequentemente incluído em pacotes de malware; nesse caso, usuários precisam saber disso.

Outro exemplo são os gerenciadores de downloads. Muitos deles tornam mais fácil e conveniente baixar arquivos, mas alguns parecem operar no limite das regras, por exemplo, ao tentar baixar arquivos extras ao exibir notificações utilizando fonte cinza no fundo com a mesma cor.

Outro riskware popular são barras de ferramenta de navegador, que também podem ser adwares a depender de suas funções e persistência. Outras extensões podem ser também consideradas riskware.

Além disso, miners também entram na categoria de riskware. Eles são aplicativos para captar bitcons. Não é preciso dizer, que se foi você quem escolheu instalar um miner em seu computador, então tudo deve ficar bem. Mas se alguém o fez sem seu consentimento, então o software pode estar consumindo recursos do sistema.

Enfim…

Você precisa conhecer se o aplicativo que está sendo instalado está relacionado com algum riskware ou adware. Por isso, o usuário recebe a opção de escolher o que fazer com o programa. Se você não o instalou, provavelmente é melhor deletar. Além de contar com medidas do próprio antivírus, o mais recomendado é o Kaspersky.

Publicado por Ascom

Assessoria de comunicação da empresa VirtualLink.